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VEM 2025 aproximou estudantes do secundário da vida universitária e das escolhas do futuro

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VEM 2025 aproximou estudantes do secundário da vida universitária e das escolhas do futuro

Ana Marques ⠿ 20-12-2025 09:00

Programa convidou os participantes a viver a Universidade para além do diploma, explorando áreas científicas e percursos académicos.

Durante três dias, mais de uma centena de alunos do 11.º e 12.º anos teve a oportunidade de conhecer de perto a Universidade do Minho, através da participação em aulas, projetos de investigação e atividades práticas, do contacto com docentes e estudantes e da vivência do quotidiano académico nos campi de Braga e Guimarães. A iniciativa permitiu aos participantes esclarecer dúvidas e refletir sobre o seu percurso académico e profissional.

A Universidade do Minho promoveu, entre 17 e 19 de dezembro, mais uma edição do VEM – Vamos Experimentar a UMinho, um programa dirigido a estudantes do ensino secundário de escolas do Norte de Portugal que se destacaram pelo desempenho escolar no ano letivo anterior.

Integrada nas ações de divulgação da oferta educativa da UMinho e promovida pelo Gabinete de Comunicação e Imagem, a iniciativa proporcionou um contacto direto com o contexto académico e científico, através da integração dos participantes em aulas, sessões temáticas e equipas de investigação, organizadas por áreas do conhecimento de acordo com os interesses manifestados.

As atividades decorreram entre as 9h30 e as 17h30, ao longo de três dias, em diferentes espaços dos campi de Braga e Guimarães, permitindo aos estudantes conhecer a dinâmica da vida universitária e obter informação concreta sobre as opções de formação no ensino superior.

A cerimónia de encerramento contou com a intervenção do reitor da Universidade do Minho, Pedro Arezes, que apelou a uma vivência plena da experiência universitária, sublinhando a importância da formação integral. “A Universidade não é apenas passar por aqui para levarem um diploma; isso é importante, mas é o menos importante”, afirmou.

Partilhando a sua experiência enquanto estudante, o reitor destacou o valor do envolvimento académico e do convívio no campus. “Viver a Universidade, cruzar-me com os colegas, frequentar a biblioteca e participar nas atividades académicas mudou completamente o meu percurso”, referiu, acrescentando que a UMinho “tudo faz para que a experiência universitária seja completa e marcante ao longo da vida dos seus estudantes”.

O encerramento incluiu ainda um painel de testemunhos de antigos estudantes da Universidade do Minho, moderado pelo docente João Leite Ribeiro, que deu a conhecer diferentes percursos académicos e profissionais. Na sua intervenção, o professor destacou a Universidade como um espaço de experimentação, crescimento e descoberta, sublinhando a importância de competências como a resiliência, a curiosidade, a adaptabilidade, a comunicação e o pensamento crítico. João Leite Ribeiro reforçou que ter dúvidas aos 16 ou 17 anos “não é um sinal de fraqueza, mas de inteligência”, salientando que não existem percursos únicos ou lineares.

A experiência foi igualmente valorizada pelos estudantes participantes. Bruna Ferreira, da Escola Secundária de Caldas de Vizela, que integrou a área de Letras, Artes e Ciências Humanas, considerou o programa determinante para clarificar o seu percurso académico. “Achei que seria uma experiência muito enriquecedora, tanto para perceber que curso gostaria de seguir como para experimentar a vida universitária durante três dias”, afirmou.

Também Laura Silva, da Escola Secundária de Barcelos, que participou na área de Artes, Línguas e Ciências Humanas, destacou a importância do VEM num momento decisivo do seu percurso escolar. “Queria dar uma oportunidade à Universidade do Minho e experimentar o ambiente universitário, numa fase em que ainda estou a decidir para que universidade quero ir”, explicou, acrescentando que a experiência superou as suas expectativas e reforçou a sua proximidade à instituição.

Na área de Arquitetura, Arte e Desenho, Gonçalo Branco, da Escola Secundária Francisco de Holanda, sublinhou o impacto do programa na sua decisão académica. “O convite surgiu num momento muito oportuno, numa fase em que já sabia que queria seguir Arquitetura, mas ainda estava indeciso quanto à universidade”, referiu, acrescentando que o contacto com docentes e estudantes foi decisivo. “Posso dizer com quase 100% de certeza que quero ficar na Universidade do Minho.”

Ao longo do programa, a Universidade do Minho assegurou os almoços, as deslocações entre os campi e o seguro de acidentes pessoais. O VEM é um programa não residencial, sendo o alojamento e o transporte diário da responsabilidade dos participantes.

Atualizado a 08-01-2026 10:00