“Memória” levou tradição e identidade à Reitoria da Universidade do Minho
Redação ⠿ 18-11-2025 11:00
A quarta edição do “Memória” – Festival Universitário de Artes e Tradições reuniu, no último fim de semana, centenas de pessoas no Salão Medieval da Reitoria da Universidade do Minho. Organizado pelo Grupo Folclórico da UMinho (GFUM), o evento voltou a afirmar-se como um dos momentos mais relevantes da promoção da cultura tradicional na região.
Inicialmente previsto para o Largo do Paço nos dias 15 e 16 de novembro, o festival foi transferido para o interior devido às condições meteorológicas adversas. A mudança acabou por beneficiar o ambiente do encontro, como destacou André Marcos, diretor do GFUM, sublinhando que “se tornou um sucesso, mesmo apesar das condições meteorológicas adversas”.
O programa arrancou com mais uma edição do concerto “Quem canta seus males espanta”, dedicado aos cantares polifónicos tradicionais, reconhecidos como Património Cultural Imaterial Nacional. Em palco estiveram as Polifonias do GFUM, seguidas pelo Conjunto Etnográfico de Moldes (Arouca), o Grupo de Cantares do Linho (Rates – Póvoa de Varzim) e o projeto “Braga Fora” – Coro Comunitário de Mulheres.
O domingo foi reservado ao folclore e à etnografia nacional, num festival que juntou o GFUM e três grupos convidados: o Rancho Folclórico de Mundão (Viseu), o Rancho Típico da Amorosa (Leça da Palmeira) e o Grupo Folclórico de Santa Marta de Portuzelo (Viana do Castelo). A iniciativa tem vindo a consolidar-se ao longo dos anos, reunindo num único evento a música tradicional portuguesa, a etnografia e o folclore, reforçando o dinamismo cultural da UMinho e da cidade de Braga.
No âmbito do projeto “Voltas da Tradição”, o GFUM anuncia ainda que está a preparar um novo conjunto de iniciativas e a reposição de espetáculos desenvolvidos recentemente, dando continuidade ao trabalho de valorização da cultura popular do Baixo Minho.
Atualizado a 18-11-2025 11:00
